Sou escritor, pesquisador e professor universitário. Investigo a narrativa como fenômeno cultural, literário e político, articulando teoria crítica, literatura fantástica, história das ideias e os imaginários que estruturam a vida pública contemporânea.
Estudo a narrativa como forma de organização simbólica da experiência social, articulando teoria literária, filosofia política e crítica cultural para examinar como o discurso produz mundos e legitima poderes.
Minha escrita transita entre a ficção e o ensaio teórico. Na literatura fantástica, no terror e no suspense, exploro a narrativa como espaço simbólico para investigar medos coletivos, dilemas morais e tensões políticas.
Atuo como professor universitário em cursos de Comunicação Social, com disciplinas voltadas a narrativa, roteiro, linguagem, cultura e análise crítica do discurso. Compreendo a sala de aula como espaço de experimentação teórica.
Estudo a narrativa como forma de organização simbólica da experiência social, articulando teoria literária, filosofia política e crítica cultural para examinar como o discurso produz mundos e legitima poderes.
Minha escrita transita entre a ficção e o ensaio teórico. Na literatura fantástica, no terror e no suspense, exploro a narrativa como espaço simbólico para investigar medos coletivos e dilemas morais.
Atuo como professor universitário em cursos de Comunicação Social, com disciplinas voltadas a narrativa, roteiro, linguagem, cultura e análise crítica do discurso. A sala de aula é espaço de experimentação teórica.
A narrativa não é apenas uma técnica. É a estrutura pela qual reconhecemos um fato como real, uma vida como inteligível, um poder como legítimo.M. P., notas de pesquisa, 2025
Como as narrativas que habitamos constroem o que chamamos de realidade, e por que o poder, hoje, é sobretudo o poder de administrá-las.
Um ensaio sobre o regime simbólico em que vivemos: a substituição da política pela performance, do fato pela versão, e do debate pela disputa entre mundos paralelos. Mitocracia propõe um vocabulário para nomear o tempo em que o mito deixou de ser metáfora e passou a ser método de governo.
Levo aos eventos uma escuta editorial: cada conferência é construída a partir do contexto da instituição, do setor ou do público. Trabalho com universidades, escolas, empresas e organizações culturais em três frentes principais.
Ver palestras completas →Por que aprendemos a contar histórias e por que elas governam mais do que parece. Uma introdução prática ao papel das narrativas na formação de marcas, instituições e identidades coletivas.
Detalhes →A produtividade contemporânea não é só método: é uma economia simbólica. Como recuperar foco, autoria e clareza num ambiente cognitivamente saturado.
Detalhes →Como pensar criticamente as narrativas que circulam em plataformas digitais e a forma como elas constroem o real, do entretenimento à política institucional.
Detalhes →Atendo demandas de pesquisa, parecer, palestra, formação interna, mentoria de escrita e participação em projetos editoriais. Para imprensa e divulgação do novo livro, há uma página dedicada.
Escritor, pesquisador e professor universitário. Editor-chefe do portal acadêmico Fantalogia, dedicado ao estudo do Fantástico e dos imaginários sociais contemporâneos.